Cólicas do bebê: por que uns têm e outros não?

 
Olá famílias tudo bem?
 
Cólicas do bebê: por que uns têm e outros não? Essa é uma pergunta que já ouvi e me fiz diversas vezes inclusive porque tive duas experiências completamente diferentes. Com a Beatriz, as cólicas chegaram bem forte mais ou menos com 12 dias e seguiram até 3 meses. Eu restringi muito minha alimentação, tudo que falavam que poderia dar cólicas nela, eu retirava na hora do meu cardápio. Mesmo assim, as cólicas continuaram e, junto com o reflexo, fez com ela sofresse muito.
 
Por diversas vezes, eu chorei por não saber mais o que fazer. Ela gritava de dor, se contorcia, eu dava remédios, coloca bolsa de água quente, pressionava a barriguinha, fazia movimentos com as pernas para ajudar na eliminação dos gases e parecia não ter fim. Até que com 3 meses, as cólicas foram diminuindo até sumirem.
COLICAS DO BEBE




Já com o Lucas foi completamente diferente. (Graças à Deus né gente! Já tinha sofrido demais rsrsrs) Ele não teve cólicas, eu comia de tudo e pronto. Mas com 4 meses, em uma viagem para Paraty eu resolvi comer um pedaço de brigadeiro e beber um golinho de Coca-Cola (ainda não tinha voltado para esses dois alimentos por medo das cólicas) e aí Lucas teve uma crise de cólica daquelas. Gritou, chorou, se contorceu! Demos remédio e tentamos ajudar ao máximo e em dois dias, tudo sem dores e nunca mais crises.
 
Aí eu me pergunto: por que uns bebês tem cólicas e outros não? Para ajudar as mamães ou futuras mamães, fui pesquisar e tentar entender esse mecanismo.
 

As cólicas dos bebês costumam ter início em duas ou três semanas após o nascimento, com um pico por volta da sexta semana. Mas nem todo bebê apresenta esse problema. Segundo a pediatra Márcia Yamamura,alguns possuem uma predisposição maior, mas não há uma explicação definitiva.
 
 
 
- Causas
 
Em geral, as causas das cólicas são várias e indeterminadas. Uma das explicações seria o fato de o tubo digestório do bebê ainda ser imaturo, o que provocaria contrações ou espasmos em reação à alimentação (leite materno ou artificial). Com os movimentos do intestino ficando desordenados ou em maior intensidade, as dores aparecem. Outra causa seria o bebê engolir muito ar quando mama, o que ocasionaria distensão das alças, provocando dor.
 
No entanto, é complicado saber se o choro do bebê é por estar sentindo cólicas. Pode ser que sim, da mesma forma que pode ser por fome, por algum desconforto ou por querer ser aconchegado.
 
 
  
 
- O que fazer
 
Para saber se o choro é ou não por causa da cólica, a dica da pediatra é excluir os demais fatores, verificando se não há febre, se está alimentado e satisfeito e se as fraldas não estão sujas. Outra dica é observar cada vez que o bebê chora, pois o choro da cólica é mais estridente, sem interrupção, podendo durar até três horas, e só sendo aliviado com a eliminação de gases (pum).
 
Nessas horas, colocar o bebê em determinadas posições pode ajudar a aliviar as cólicas. A mais indicada é deixar de barriga para baixo nos braços de um adulto, de modo que fique com o abdome comprimido. As massagens também aliviam, pois ajudam a eliminar os gases. Há, ainda, medicamentos (naturais ou não) que são eficazes, mas o pediatra deve ser sempre consultado antes da automedicação.
 
Em casos extremos, com duração de mais de três horas das cólicas, quando elas já comprometem o sono do bebê e da mãe, além de prejudicarem as mamadas, o médico também deverá ser procurado, já que essa situação pode levar a um ganho de peso inferior ao necessário para o bom desenvolvimento do bebê.
 

COLICAS DO BEBE

 
 
- Alimentos que podem dar cólicas
 
No período em que o bebê está amamentando no peito, alguns alimentos ingeridos pelas mães podem provocar as cólicas e, por isso, devem ser evitados. Entre eles estão café, brócolis, feijão, condimentos, leite e derivados, açúcar e chocolate.
 

COLICAS DO BEBE
 
- Até quando?
 
As cólicas costumam durar até os cinco meses, mas com menor intensidade. Nessa fase, o tubo digestório do bebê já está mais desenvolvido e o sistema neurológico também.
 
 
 
E você, qual foi sua experiência com essa fase tão difícil. Conte para gente na área dos comentários.
 
Beijos e até a próxima!
 
 
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